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Roteiristas selecionados

David Aynan

Projeto Levante / Ficção / Bahia

 

Sinopse Brasil, 2030. Após o assassinato de sua família por uma ditadura de ultradireita, uma jovem quilombola é levada a se tornar a protagonista de um levante contra o governo.

David Aynan é graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Dirigiu o documentário de curta-metragem Canções de Liberdade, 2013, a ficção de curta-metragem O Som do Silêncio, com o apoio do Edital Curta Afirmativo 2014, selecionado no Festival de Cinema de Rotterdam 2019, na mostra Black Brazilian Shorts, 17° African Film Festival Koln, na Alemanha 2019, e recebeu o prêmio de melhor curta do Nordeste na Mostra do Cinema Contemporâneo do Nordeste, em 2018, e Menção honrosa no 10° Festival de Cinema de Triunfo 2017. Dirigiu também  o curta-metragem Um ensaio sobre a Ausência, selecionado para a Mostra Competitiva de Curtas da Mostra de Cinema de Tiradentes 2019, para a Mostra Internacional de Curtas de São Paulo, e indicado para o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2020, entre outros.

Fernanda Salgado

Projeto Ana, en passant / Ficção / Minas Gerais

 

Sinopse Perdendo-se em uma nova cidade, Ana encontra Alice, seu duplo, e a segue. Face a face, encarando seus respectivos abismos, elas descobrirão o que significa se tornar quem são, enquanto descobrem novos caminhos em meio às memórias, linguagens e imagens de inúmeras cidades inventadas.

Fernanda Salgado nasceu e vive em Belo Horizonte e tem um mestrado em Cinema. Co-fundadora do estúdio criativo Apiário, trabalha como roteirista e produtora desde 2005. Atualmente, Fernanda está desenvolvendo o longa-metragem de animação Ana, en passant e a minissérie de animação infanto-juvenil AIMÓ.

Lia Letícia

Projeto Mar de Dentro / Documentário / Pernambuco

 

Sinopse Mar de Dentro articula a vida do ex-detento de Fernando de Noronha, Preto Sérgio e a história da Ilha com os processos de colonização no Brasil. O documentário é ancorado numa narrativa não linear: as ocupações políticas e territoriais de Noronha, o personagem Sérgio e uma performance artística. Perpassando a colonialidade, das ditaduras de Vargas e de 64 até a atualidade, busca um registro poético e político da história do que não foi revelado, mas persiste e perdura na contemporaneidade.

Lia Letícia é natural de Viamão/RS, iniciou a carreira com cenografia em teatro e escola de samba. No final da década de 90 muda-se para Olinda/PE e explora a pintura em diversos suportes, inclusive o audiovisual. Surgem as primeiras investigações em videoarte e filmes experimentais. Além de escrever e dirigir seus próprios filmes, trabalha como diretora de arte. Seus trabalhos transitam entre festivais de cinema e exposições de arte, e multiplica esta experiência através de ações como o Cinecão ou como artista educadora em projetos de experimentação audiovisual, como a Escola Engenho. Coordena coletivamente projetos da Galeria Maumau e faz parte do Coletivo CARNI de arte negra e indígena. Atualmente finaliza dois curtas, co-roteiriza e co-dirige a série Brasil Visual e prepara exposição solo no Rio de Janeiro/RJ. Vive em Recife/PE.

Rosa Fernan

Projeto Noite de Amolar as Facas / Ficção / Pernambuco

 

Sinopse Em algum lugar do Sertão nordestino, três mulheres são abandonadas por Isaías, o único homem da família que partiu para a cidade em busca de trabalho. O pequeno casebre que abriga essas três mulheres é então sondado por forasteiros. Diante dessa terra devastada pela seca, a espera, aos poucos, transforma-se em um signo de alerta. É chegado o tempo de amolar as facas, encontrar as pedras certas para tal.

Rosa Fernan, 27 anos, é natural de Recife. Atriz, roteirista e aluna do Curso de Cinema e Audiovisual na Universidade Federal de Pernambuco. Na sua graduação, desenvolve pesquisa sobre a relação do cinema com a literatura, as artes visuais e a performance. Enquanto bolsista CNPq, executa uma investigação no que se refere à relação da paisagem nas artes visuais e no cinema. Já participou da produção de três filmes na capital pernambucana: Noite Fria, de Priscila Nascimento (2018), e O Fio de Anti Ribeiro (2018), ambos na função de produção de elenco. Seu primeiro curta-metragem, Estudos Sobre Traduzir-me (2019), teve sua estreia realizada no Lift-off Global Network 2020, no Reino Unido.

Elson Santos / convidado*

*Projeto Convidado Afrolatam - Miradasdoc

 

Projeto Nós, Povo das Ilhas / Documentário / Cabo Verde

 

Sinopse Cansados da miséria e da fome, 31 jovens cabo-verdianos, entre os quais uma mulher, embarcam numa aventura rumo a Cuba, numa operação secreta, com o intuito de receber formação militar para libertar o país das garras do colonialismo.

Elson Santos nasceu em Cabo Verde em 1977. Formou-se em Comunicação pela Pontifícia Universidade Católica do Brasil, com especialização em Publicidade. Possui 14 anos de experiência em Comunicação e Marketing, adquirida nos setores público e privado. O projeto “Nós, Povo das Ilhas” é a sua primeira incursão no cinema documentário como produtor e diretor.

Larissa Fulana de Tal

Projeto Mochila de Vento / Ficção  / Bahia

 

Sinopse “Como existe o vento se eu não posso ver? Como é que tanta coisa fica assim no ar sem ninguém segurar, hein, mainha? É o vento que leva a pipa de um  lado para o outro? E tem algum fio escondido?”, questiona Íris, uma menina negra de 7 anos, enquanto observa o céu no quintal de sua casa, pois, segundo Ana, sua mãe, o pai da menina mudou-se para lá, e durante o dia ele dança com as nuvens, e de noite vira estrela. Mochila de Vento é um longa-metragem ficcional conduzido pelo olhar de Íris.

Larissa Fulana de Tal é diretora de criaçāo na produtora Olhos Abertos Audiovisual. Graduada em Cinema e Audiovisual na UFRB, atualmente está como Conselheira da Regiāo Nordeste na  Associação de Profissionais Negros da Audiovisual (APAN). Diretora do documentário Lápis de Cor (2014), projeto contemplado pela I Chamada de Curtas Universitários do Canal Futura. Diretora do curta-metragem Cinzas, inspirado no conto de Davi Nunes, contemplado no Edital Curta Afirmativo (2012). Direção Geral da série documental Diz aí! Afro e indígena, do Canal Futura (2018). Convidada pela Yahoo Notícias para a realização da reportagem documental “Carrinho da Economia no Bairro da Caixa D’água, em Salvador/BA”. Atua nas áreas de criaçāo, direção e montagem.

Mariana Luiza

Projeto A Cor da Margem / Documentário / Rio de Janeiro

 

Sinopse Adelina, heroína negra e abolicionista do Maranhão, está rodando um filme sobre as condições históricas que levaram à marginalização dos afrodescendentes na sociedade brasileira. Ela utiliza um galpão, de chão e paredes brancas, como cenário de um Brasil eugenista. Em meio ao caos criativo, a diretora cria performances ficcionais e registra depoimentos documentais de historiadores e cientistas políticos que analisam e confirmam sua tese.

Mariana Luiza é realizadora, pesquisadora audiovisual e roteirista. Membro da APAN (Associação de Profissionais do Audiovisual Negro) e da AAWIC (African American  Women in Cinema EUA). É graduada em roteiro de cinema pela New York Film Academy e em Montagem pela  Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Estreou no cinema, em 2010, como diretora e produtora do documentário A B Ser, exibido pelo Canal Futura. Em 2017 dirigiu o curta-metragem de ficção Casca de Baobá, exibido em diversos festivais no Brasil e em países como Cabo Verde, Uganda, Canadá, EUA, França, Portugal, Coréia do Sul e Colômbia. O  filme ganhou 6 prêmios. Em seu último trabalho, roteirizou ao lado de Aline Portugal e Júlia de Simone o longa-metragem de ficção “Corte Real”. O roteiro foi contemplado no FSA – PRODECINE 5 – 2017 e será filmado em 2021.

Tais Amordivino

Projeto Miraildes Mota - A Lendária Formiga / Documentário / Bahia

 

Sinopse Para além dos recordes, conheça a trajetória de luta da atleta que saiu da Bahia para o mundo e aos 42 anos ainda joga futebol. O documentário traça um caminho identitário e representativo entre o atual momento da futebolista, prestes a pendurar as chuteiras, e a sua infância nas ruas do subúrbio de Salvador. O filme Miraildes Mota - A Lendária Formiga questiona o apagamento histórico da lenda do futebol e evidencia a vida, para além da imagem da força dessa mulher preta, nordestina e baiana.

Taís Amordivino é Diretora, Roteirista, Bacharel em Comunicação Social e Cinema e Vídeo. Estudou direção de Cinema e Televisão na Escola Baiana de Cinema.  É uma das realizadoras do festival Itinerante de Cinemas Negros - Mahomed Bamba (MIMB). Dirigiu e roteirizou o doc. “A Invisibilidade da Identidade Negra na educação”, o curta-metragem documental "Motriz", com trajetória em mais de trinta festivais nacionais e internacionais, incluindo oito premiações, além de licenciado pelo Canal Brasil, e dirigiu a ficção “A Menina Que Queria voar”, cujo roteiro é de sua autoria. Desenvolve dois projetos de longa-metragem, uma ficção e um documentário biográfico. Na edição de 2020 do Laboratório de Narrativas Negras para o Audiovisual (FLUP/Rede Globo), aprovou seu longa-metragem ficcional.

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